Renata Caldas

Performer, atriz e escritora. Nascida em Brasília, vive e trabalha no Recife. Sua investigação transita entre linguagens, do teatro para a performance, passando pela instalação a partir da fluidez de materiais. Busca a delicadeza como forma de trabalhar corpo, espaço e materialidade no contexto distópico, diluindo as fronteiras entre espaços expositivos e não-expositivos. Duas obras recentes foram estudadas na pesquisa "É permitido chorar e Meu abismo: o trânsito de linguagens na performance por uma poética cênico-visual", concluída em 2020 no Mestrado em Artes Visuais pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Graduada em Artes Cênicas Interpretação teatral pela Universidade de Brasília - UnB e em Comunicação Social - Jornalismo (Centro Universitário de Brasília - UniCeub).

Atividades artísticas recentes:

Autora do livro O romance-em-cena de Aderbal Freire-Filho: um ensaio-reportagem sobre a linguagem teatral desenvolvida pelo diretor e seus atores (Prêmio Funarte de Estímulo à Crítica em Artes – Categoria Teatro). Editora Multifoco Editora; 366 páginas; 2019.

Artista/Performer de Meu Abismo (2018), com participação nos eventos: Festival Internacional Cena Contemporânea 2019 (Brasília); Festival Cena Cumplicidade (apresentação + comunicação artística); 2ª Semana de Artes Visuais (UFPE); na exposição Atos de Mover (Galeria Capibaribe); Seminário Corpo, arquivo e reagências (UFPE); Exposição Risco Atelier Aberto (Museu Murillo La Greca) e FIG 2019 (Galeria Galpão e Praça da Palavra).

Artista na exposição coletiva Tramações 2 (Galeria Capibaribe – Recife/ 2018) com a performance/instalação É permitido chorar. A mesma performance foi apresentada na Mostra Reperformar o Afeto (Natal) na Exposição Risco Atelier Aberto (Museu Murillo La Greca), Congresso Sesc de Arte/Educação (PE), Semana de Artes Cênicas UFPE e no Festival Internacional Cena Contemporânea (Brasília).

Artista de Rarefeito (performance/instalação) apresentada no Sesc Santo Amaro - Recife em residência do Festival Trema (2019).

Cenógrafa do espetáculo Essa coisa que a gente não sabe o que é, mas desconfia . Dir: Ignácio Aldunate (Teatro Café Pequeno, Casa Rio 2017 e Teatro Sérgio Porto 2018)

Integrante do Brecha Laboratório de Pesquisa Continuada - (2017)

Atriz e cenógrafa do espetáculo Se eu fosse eu em parceria com Miriam Virna. Texto: Clarice Lispector (RJ/ 2013 – Casa da Leitura e 2015- Teatro do Jockey)

Atriz/performer na vídeoinstalação A abordagem/Exercícios sensuais (obra de Pablo Pijnappel – Galeria Cavalo/RJ – junho e julho de 2018), exposta também na Feira Internacional de Arte Contemporânea ARCO Madrid 2018 (Espanha).

Colaboradora-assistente na instalação interativa Risco, de Michel Groismann (Parque Lage – Cavalariças/RJ), 2017.

Atriz de Perto de um Coração Selvagem – texto: Clarice Lispector. Direção: Delson Antunes (Teatro Municipal Café Pequeno - RJ/ 2017)

Performer/colaboradora – Galeria Cavalo/RJ – Performance Dó pó às cinzas como parte da exposição Imagem-lembrança ,de Pablo Pijinappel (2016)

Performer/ Colaboradora – Cinelândia/ Praça Mauá – Performance Massa Ré – Direção: Elilson Duarte - programa de Pós-Graduação em Artes da Cena UFRJ (2016)

Assistente de direção do espetáculo A vida dela. Consultoria: Walter Lima Jr; Direção: Delson Antunes (2016/ RJ)

Assistente de direção, dubladora e dramaturgista de Abigail e a Girafa – CCBB Brasília e BH (2015 a 2016)

 

Trabalhos de Renata Caldas

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